No início da década de 90, IICA, como parte de seus ajustamentos conceituais das atividades de cooperação técnica, foi desafiado a agir no debate e na geração de um novo modelo de desenvolvimento, em função do esgotamento do modelo anterior, em que tem aumentado a exclusão social, a concentração de oportunidades econômicas e políticas e degradação ambiental.
No que diz respeito ao desenvolvimento sustentável, o Instituto adotou uma estratégia que ampliou o espectro de suas atividades, envolvendo o desafio da práxis de cooperação técnica própria, com a construção participativa de novos conceitos e métodos, que são agora amplamente reconhecidos no Brasil e em muitos países latino-americanos.
Com efeito, ao longo dos anos, passou a ser estrategicamente conhecimentos e informações pertinentes relativas a: planejamento e gestão das zonas rurais, a geração de emprego não-agrícola nas zonas rurais, o turismo rural, agricultura familiar, crédito, Cooperativas e Associações e treinamento de liderança, líderes técnicos e rural.
Nessa trajetória, MCA Brasil destacou a sua participação ativa em ações de formação profissional públicos e privados, envolvidos em atividades de desenvolvimento para as zonas rurais e combater a pobreza. Além disso, segundo a presença na concepção e desenvolvimento de metodologias e ferramentas para a organização da comunidade e a participação em ações de formação e dos órgãos deliberativos e regulamentos, especialmente em nível municipal, instituído para lidar com ações relacionadas ao desenvolvimento rural. Esta ação se transforma, ao longo do tempo, em uma vantagem competitiva que leva à possibilidade de aproveitar o IICA em questões de desenvolvimento rural, como outros países como Colômbia, México e Peru, entre outros.
A riqueza desse processo, resultante da contraponto permanente de idéias e ações com a realidade, permitindo a expansão gradual da compreensão dos diferentes aspectos do desenvolvimento, daí a importância dos emergentes sociais, políticos, econômicos, ambientais e culturais como a fundação sustentabilidade efetiva do desenvolvimento das zonas rurais.
Neste contexto, considera que a criação do Fórum como um instrumento para melhorar a partilha de experiências e ações de DRS países desenvolvidos das Américas. Esta instância será organizada em uma rede e deverá se tornar referência em um, em termos de cooperação técnica horizontal, como resultado da contínua troca de experiências e idéias inovadoras propostas, defendendo o desenvolvimento de membros do Instituto.